Manifesto – MAR/11

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog

Despertando construtores, parte 2

Postado por Fabio souza     Categoria: Despertando Construtores

“Cumpridas estas coisas, voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi; e, levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei. Para que os demais homens busquem o Senhor, e também todos os gentios sobre os quais tem sido invocado o meu nome, diz o Senhor, que faz estas coisas conhecidas desde séculos.” (Atos 15:16-18)

O que mais me chama atenção desse trecho é quem assume a restauração: o próprio Deus. Isso demonstra a necessidade de atenção que temos que ter à voz do Espírito e clareza de como Deus se revela como um restaurador. É fascinante constatar declarações como: “Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas.” (Amós 3:7). Acredito que isso O alegra e nos conecta à vontade inicial de fazer o homem co-participante de sua ação desde o inicio no Éden, aqui na terra.

Vemos Deus investindo nisso muitas vezes com Enoque, Noé, Abraão, Moisés e etc. É bem forte a declaração que faz o autor de Hebreus no início do livro: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo.” (Hebreus 1:1-2). Vou repetir que Deus insiste neste “projeto de parceria”, e chego a constatar que esse é o objetivo da restauração de todas as coisas como dito por Pedro em Atos 3.21: “ao qual é necessário que o céu receba até aos tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas desde a antiguidade.” Essa expressão, “todas as coisas”, creio que esteja relacionado com o objetivo que Deus expressa em alguns momentos… “Habitarei e andarei entre eles serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.” (2 Coríntios 6:16) as restaurações que tem sido trabalhadas no decorrer dos tempos são como metas para cumprir esse objetivo(Êx 29.45; Lv 26.12; Sl 90.1; Ez 43.7,9; Zc 2.10,11; Jo 6.56; Rm 8.9,11; Ef 3.17; 2Tm 1.14; 1Jo 4.12,15; Ap 21.3).

O Tabernáculo de Davi

Precisamos nos permitir ser esticados para o entendimento de que esse trecho não está focado somente em música, louvores e cânticos que eram produzidos nesta tenda, mas sim no que resultaram esses louvores e cânticos expressados através da música e dança. Podemos observar que os Salmos estão entrelaçados com a história, com os feitos de Deus no meio do seu povo, como reconhecimento da sua grandeza. Davi estava ampliando para o povo o objetivo das festas perpétuas que Deus ordenou por meio de Moisés. A mentalidade do tabernáculo de Davi era essa, de manter erguida na mente do povo que o Senhor habitaria no meio dele conforme prometera. Acredito que essa era a função da música, ser utilizada para imprimir uma identidade no povo. Pense que em todas as culturas existem épocas em que eles celebram sua identidade com música, danças e festas, épocas festivas, e temos muito isso no Brasil. Nessas festas, eles mantêm erguida uma história por meio de dança e música e encenações de acontecimentos, feitos, enfim, sua cultura. Davi pega a arca porque nela estava contida um símbolo importante do governo e favor de Deus; claro que o modelo de funcionamento, ou seja, a forma como Davi posicionou os músicos e a estratégia de colocar homens que eram videntes (profetas), veio por meio de profecia através de Natã e Gade.

“Também estabeleceu os levitas na Casa do Senhor com címbalos, alaúdes e harpas, segundo mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do Senhor, por intermédio de seus profetas.” (2 Crônicas 29:25)

Acredito que estava totalmente relacionado com experiências visionárias que estes mesmos tinham e isso certamente fazia parte da função deles como profetas. Interessante também pensarmos em Paulo que confirma que teve revelações em meio a estas experiências enquanto narra acontecimentos como o da crucificação: “… despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.” (Colossenses 2:15)

Também pelo fato de ele afirmar que estamos “assentados nas regiões celestiais” e nos relatar como funcionava essas regiões, acredito que ocorreu coisa semelhante a essa com Davi, Gade, Natã, Asafe, Hemã e Jedutum. O que vemos em 1 Crônicas 25 é o funcionamento de um ministério profético com o uso da música que era bem comum no meio dos profetas que viviam em companhias. A companhia dos profetas era, naturalmente, constituída dos alunos deste seminário, que talvez tivesse sido instituído por Samuel, e no qual os principais temas ensinados foram o conhecimento da lei, o canto e a música instrumental, que é chamado “profetizar”. Seus membros moravam perto de um santuário ou lugar alto e tinham como prática a forma de vida em comunidade (cf. 2 R 2.3,15; 4,38-44), mas sua característica mais notável foi a utilização da música e da dança para entrar num estado de transe ou de exaltação. Seu comportamento bizarro, por vezes ridículo, fez (cf. 2 Rs 2,23) exultação coletiva, esta usada para ser contagiosa (1 cf S. 19,20-24). Fora de Israel (cf. 1 Rs 18,19-29), e mesmo dentro dela (cf. 1 Rs 22,10-22), demonstrações dos estados, muitas vezes frenéticos ocorreu perto da loucura e da alienação.

Como ocorreu com Moisés para a construção do primeiro tabernáculo e seus utensílios – e a própria arca, tudo isso são cópias e sombras, projeções de uma realidade conforme Hebreus 10.1: “Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas…”

Acredito que o ambiente do tabernáculo de Davi está fortemente ligado à Festa do Tabernáculos, que é chamada de Festa das Festas, um cumprimento do estabelecimento do Reino e de reunir gente… De todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro (Apocalipse 7:9), e com a vinda do Reino de Deus na Terra “…Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povo de Deus, e Deus mesmo estará com eles.” (Apocalipse 21:3).Leiam também Zc 14:16-21

A declaração de Tiago não está relacionada ao domínio somente territorial, ele muda ou aplica a profecia sobre aquilo que Deus estava fazendo: “expôs Simão como Deus, primeiramente, visitou os gentios, a fim de constituir dentre eles um povo para o seu nome.” (Atos 15:14) E muda muito da profecia de Amós “para que possuam o restante de Edom e todas as nações que são chamadas pelo meu nome, diz o Senhor, que faz estas coisas.” (Amós 9:12)  “…Para que os demais homens busquem o Senhor, e também todos os gentios sobre os quais tem sido invocado o meu nome, diz o Senhor, que faz estas coisas conhecidas desde séculos.” (Atos 15:17-18)

Atos 15.16 – começa a extensão de limites e das fronteiras da Igreja, a fim de reunir dentre as nações um povo… Antes era um privilégio só de Israel (Êxodo 19.5). Há também a idéia de que o Pai está “retornando” depois de um tempo fora ou parado. Retornando a “edificar de novo” “aquilo que foi arruinado”.  Aprofundando mais “voltar a construir coisas que foram cavadas abaixo delas… “Edificarei de novo e porei reto de novo…

(17) …Revela-nos o propósito da construção. Embora, no antigo testamento, Israel, e não os gentios, fosse povo de Deus (Ex 19.5;23.22;Dt 7.6;14.2;26.18-19), agora estão incluídos os gentios. Além disto, o que ocorrera estava de acordo com os profetas. Tiago cita um só texto, mas é possível que estivesse pensando em mais de uma passagem (Zc 2.11). Ao referir-se aos profetas no rolo dos profetas menores, 12 profetas.

Essa movimentação está vinculada ao Reino de Deus, pois Davi é um presságio messiânico.

Deus está retornando para nos fazer cavar coisas que foram soterradas pelas ruínas. Reforma nos fundamentos…

Uma adoração que está presa num lugar equivocado cairá uma adoração equivocada. A chave de Davi será dada aos filhos e filhas.

… Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá (Ap 3:7).

O que construímos*

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog
“Todo aquele pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou sua casa sobre a areia. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.” Mateus 7, 24-27

Enquanto lia este texto esta manhã refleti sobre escutar e praticar X escutar e não praticar. Acho interessante que Yeshua (Jesus) não menciona aqueles que não tiveram a oportunidade de ouvir ou até mesmo a necessidade de transmitir estas palavras a outros que não ouviram. O foco dEle, ao terminar de ensinar é: ‘pratiquem, sejam tão prudentes quanto alguém que cava fundo para construir sobre um alicerce permanente’.
Lembrei-me logo de Mateus 13. Yeshua estava falando sobre a parábola do semeador e explicando os tipos de solo diferentes. Ele menciona o que foi semeado entre espinhos afirmando que este é o que permite que os cuidados da vida e a sedução das coisas deste momento presente sufoquem a palavra. Por causa disso, a semente se torna infrutífera. Num contexto em que sementes frutíferas sustentavam famílias e toda a vida econômica do povo, esta palavra era muito pesada e com certeza trazia desconforto. Assim como construir uma casa sobre a areia. Não faz o mínimo sentido gastar dinheiro e empregar força e tempo construindo algo que é instável e pode ser derrubado pela tempestade. Assim é todo aquele que ouve as palavras de Yeshua e não as pratica.
Conhecemos as palavras de Yeshua? Suas doutrinas e ensinamentos? Neste dia encorajo você a refletir sobre isso. E tão importante quanto: ensinar as palavras dEle aos seus discípulos. É tudo que Ele pediu de nós.
Meu amigo e conservo Fabio também está escrevendo sobre construção/construtores no blog dele. Não deixe de ler: http://am38.rugidodoleao.com/.

Postado por Denise de Vasconcelos Araujo

http://denisevasco.blogspot.com

É isso ai!!! Vamos abrindo caminhos…

33==>139

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog

Dia 15 de fevereiro de 2011 completo 33 anos que se iniciou no ano de 1978 e meses antes foi gerado pelo meu pai e minha mãe (na foto). Eu os amo e os honro e reconheço  que até hoje eles tem feito de tudo para que eu seja uma pessoa realizada, me apoiando e suportando comigo o meu chamado. Nestes 33 anos vivi situações especificas e tem um capitulo nas escrituras que tem sido marcante o Salmo 139. Ele começou a me marcar na minha adolescência, aos 12 anos. Depois foi se repetindo, aos 18 anos quando sobrevivi a um acidente automobilístico que é até hoje uma das experiências mais marcantes da minha vida. Depois esse capitulo me vem novamente no período do meu casamento, aos 20 anos e também aos 25 para entrar em processo de afirmação do chamado e aos 30 iniciando a jornada que vivo hoje. Nestes 3 últimos  anos ele tem sido uma referencia para permanecer.Essa é a minha oração neste dia…

“Senhor, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me assento e quando me levanto; de longe penetras os meus pensamentos. Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar e conheces todos os meus caminhos. Ainda a palavra me não chegou à língua, e tu, Senhor, já a conheces toda. Tu me cercas por trás e por diante e sobre mim pões a mão. Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim: é sobremodo elevado, não o posso atingir. Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá. Se eu digo: as trevas, com efeito, me encobrirão, e a luz ao redor de mim se fará noite, até as próprias trevas não te serão escuras: as trevas e a luz são a mesma coisa. Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem; os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda. Que preciosos para mim, ó Deus, são os teus pensamentos! E como é grande a soma deles! Se os contasse, excedem os grãos de areia; contaria, contaria, sem jamais chegar ao fim… Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.” (Salmos 139)

Tu és o meu DEUS!!!!Eu te amo.

Despertando construtores, Parte 1

Postado por Fabio souza     Categoria: Despertando Construtores

Gostaria de falar um pouco de algo que em muitos momentos nos acompanha, um dualismo que muita das vezes sentimos em nós no cotidiano. Eu tenho pedido a ELE que me inspire com ensinos e palavras e em como facilitar as pessoas nisto, fazendo com que isso diminua. Saiba que o Pai não nos olha assim, o que ocorre é uma substituição de objetivo e reconhecimento de que …porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois dele também somos geração… Não existe nada que vivemos nesta vida, dos que são nascidos de Deus, que podemos viver como sendo nossa, entende?

Paulo continua explicando: Sendo nós, pois, geração de Deus, não devemos pensar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida pela arte e imaginação do homem O princípio da idolatria está em valores sobre os quais se modela a vida, por isso Paulo fala que avareza é idolatria. A raiz da pobreza está no mesmo lugar da riqueza, tudo está na imaginação do homem. Davi em Salmos 115.4 disse: Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos do homem.

O resultado daquilo que se imagina dá forma ao objeto, você pode observar: nem todos os idolatras são ricos, mas são avarentos como os ricos. Eu já vi uma família brigando por água, um tentando beneficiar-se mais do que o outro… hehe… O ponto é em quem nós fomos gerados, e temos que continuar gerando vida. O foco não está nas coisas que se faz ou deixa de fazer ou que se tenha ou deixe de ter, mas sim em que você está se tornado… “Semelhantes a eles, sejam os que fazem, e todos os que neles confiam.” (Sl 115:8). Aquilo que se faz é aquilo no que se confia, isso se torna “deus” = idolatria.

Coincidentemente Rick Joyner em um dos seus devocionais diário dessa semana intitulado “O véu” trata do mesmo assunto, segue alguns trechos:

…Da mesma forma, o dinheiro é a principal coisa que se tende a colocar a sua confiança, ao invés de Deus. É por isso que aprender a lidar com o dinheiro corretamente é fundamental para a caminhada do reino, como lemos em Lucas 16:11-13.

…O dinheiro é um recurso, e isso tem um valor, mas é o mínimo que nós precisamos representar o reino efetivamente. Muito mais do que dinheiro, ou qualquer coisa que o dinheiro pode comprar, precisamos da unção do Espírito Santo…

… Eu conheci muitos cristãos que acreditam que o dízimo era da Lei e que, portanto, já não temos que fazê-lo. Por causa do sacerdócio da Nova Aliança, que é o sacerdócio de Melquisedeque. Abraão deu o dízimo a Melquisedeque antes da lei. Jacó fez seu compromisso com o Senhor imediatamente depois que viu a escada que chegava ao céu. Gênesis 28:16-22

…Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista, de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o Senhor será o meu Deus;e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo.

Tanto Abraão e Jacó compreenderam a importância do dízimo muito antes da Lei ser dada. Abraão deu em resposta à vitória que Deus lhe deu, e Jacó em comprometimento a resposta à visão celestial.

Novamente, nosso objetivo é trazer as bênçãos do céu para a terra, para que o mundo seja tocado com a realidade do céu. Um dos grandes testemunhos daqueles que têm sua fonte no céu é como eles são livres do amor ao dinheiro. Quando andamos com esta liberdade, também vamos começar a experimentar o poder do céu e os seus recursos ilimitados.

Percebo que esta relacionado em que apoiamos nosso coração, mais do que o nome que damos a contribuição dizimo,oferta, coleta etc. “porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mateus 6:21).É temos que reavaliar.

Sugiro também a leitura de 1 Timóteo 6:7-10; 17-19.

Estou estudando sobre a restauração pós-exilio e chamou minha atenção um homem enquanto lia o capítulo 1 do livro de Esdras… “Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus do céu me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá. (Ed 1:2) Acho que aqui está um exemplo que elimina o dualismo que existe dentro de nós: tudo que foi dado a Ciro estava relacionado com o que ele foi encarregado pelo Deus do céu para fazer, edificar. O versículo anterior diz que… Para que se cumprisse a palavra do Senhor proferida pela boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, de modo que ele fez proclamar por todo o seu reino, de viva voz e também por escrito, este decreto: (Ed 1:1)

Leia Isaías 45 e veja a palavra que estava sobre a vida dele mais de 100 anos antes de ele existir. Como lemos em Esdras no primeiro ano ele entrou nela, Ciro correspondeu ao despertar que Deus estava trazendo ao seu espírito por aquilo que estava em movimento na terra naquela época.

Eu abençoo vocês com as seguintes palavras…  Assim diz o Senhor ao seu(s) ungido(s), a quem tomo pela mão direita, para abater nações (ideologias) diante de sua face, e descingir (desamarrar, trazendo soluções) os lombos dos reis; para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão (oportunidade de fazer algo); eu irei adiante de ti, e tornarei planos os lugares escabrosos (alinhar as motivações); quebrarei as portas de bronze, e despedaçarei os ferrolhos de ferro (avanço progressivo). (Is 45:1-2)

O que edificamos reflete o que somos… O que somos nos sustentará naquilo que temos que fazer… Ele era Ciro isso fazia a diferença na época, e você quem é?