Para onde você está indo em 2011?

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog

João Batista foi com 12 anos para o DESERTO. Aos 30, a palavra de Deus veio a ele NO DESERTO – 18 anos se desenvolvendo, e quando ela veio, não teve dúvidas de que era a palavra de Deus. O que eu estou querendo enfatizar aqui não é a questão dos anos, mas sim a devoção e entrega para encontrar a palavra que foi liberada antes do seu nascimento por um anjo e depois profetizada pelo seu pai Zacarias (Lc 1.13-20;67-80).

Não penso no deserto como um lugar de permanência, e sim de transição. Eu o vejo como um lugar que indica período de renovação e de novo preparo. Grandes coisas são desenvolvidas e também são construídas. Observando desde Abraão que o direcionamento era sair de um território para andar sobre um outro que era desconhecido por ele, não tendo precisão geográfica suficiente para afirmar isso, posso colocar que ele estava no deserto por ser um lugar desconhecido.

Eu não sei você, mas quando penso no deserto, as definições que saltam na minha mente são de um lugar sem limites, em que parece que o céu é mais próximo pelo fato de não existirem ali construções que te chamem mais a atenção do que o próprio céu. Parece que céus e terra estão mais próximos, também como um lugar de busca por abrigo, por água, por comida e por direção, de saber aonde estou e para onde posso ir. Bom, isso é o que imagino quando penso num deserto.

O povo de Israel foi chamado para o deserto para construir um tabernáculo e isso aponta para uma preparação. Destaco pontos importantes desse processo, como a palavra de serem uma nação real sacerdotal – um chamado peculiar, o recebimento de mandamentos que os qualificariam como tal e a construção do tabernáculo como o legado que eles carregavam.

Em três momentos na história de Israel, a arca da aliança é carregada pelos sacerdotes; nela estava o legado, pois era o símbolo principal de tudo que continha no tabernáculo. Na arca estavam contidas as tábuas da aliança, o maná e o bordão de Arão, símbolos do sacerdócio real; a influência que eles tinham que carregar sobre a terra prometida – por isso para Davi a arca era indispensável – e esses momentos foram: a travessia do Jordão, na queda da muralha de Jericó e quando Davi a trouxe de volta para Jerusalém. Nela estava todo o legado missional que Israel tinha que carregar.

Elias também, quando liberou uma palavra sobre a seca, deslocou-se para uma região desértica. Creio que a sua movimentação reafirmava a palavra que ele mesmo proferira, de que era preciso que ele saísse dali para receber seu sustento no tempo de falta.

O próprio Yeshua (Jesus) foi conduzido para o deserto (na minha concepção, não foi um deserto físico, creio que estava relacionado a uma dimensão espiritual e o cenário de um deserto significa que uma transição estava ocorrendo). Interessante é que Ele recebe o Espírito e é plenamente cheio, sendo conduzido para o deserto para que depois saísse no poder do Espírito. Penso que essa movimentação presente ocorreu em cada um dos casos que eu citei. Um chamado e um posicionamento, uma preparação e uma capacitação dentro do comissionamento que se recebia.

Neste lugar é que Deus nos ensina a como por limites, qual a nossa posição, e que os céus são, sim, mais próximos da terra do que pensamos. Ele também nos ensina no deserto que não podemos deixar que aquilo que é construído da terra para o céu seja mais relevante do que aquilo que vem do céu para terra. O maná desafiou o povo nisso: o alimento veio do céus trazido pelo vento, a água estava nas rochas. Preste bem atenção numa coisa: o que se move NOS CÉUS é MAIS PODEROSO DO QUE o que se move NA TERRA!

O movimento na terra tem que provocar os céus para que eles nos empurrem. A crucificação ocorreu na terra e em Atos 2 o som do vento veio dos céus.

Comparando tudo isso com o momento em que nos encontramos como povo de Deus, eu estou indo para o deserto, me encaixando na figura que comecei falando, a de João Batista. Está vindo algo forte sobre nós para esse tempo, e creio que precisamos desse momento de deserto sem a melancolia a que estamos acostumados ao empregarmos esse termo, mas sim comparando mais uma vez com João Batista. Ele já estava no deserto e a palavra veio ao encontro dele naquele endereço. Foi nestes dias que  Yeshua (Jesus) o cita, quando se iniciou ou foi declarado que o reino dos céus estava em disputa. Os céus não estavam somente entregues ao que se puseram a exercer força, mas sim porque também havia uma postura que não aceitaria facilmente o domínio de um sistema opressor. Essa postura que estava sendo tomada não estava nos palácios, nem em templos e sinagogas, estava no deserto! Isso é forte e duas coisas acontecem quando essa postura é tomada: primeiro, desafia os poderes da época, começando no religioso e atingindo a política; segundo, os menos favorecidos, esquecidos e renegados pelo sistema são encontrados reabilitados e reposicionados como cidadãos de um Reino e isso sempre foi marcante quando se levanta uma voz para falar do Reino.

…Jesus a dizer às multidões a respeito de João: que saístes a ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Mas que saístes a ver? Um homem trajado de vestes luxuosas? Eis que aqueles que trajam vestes luxuosas estão nas casas dos reis. Mas por que saístes? Para ver um profeta? Sim, vos digo, e muito mais do que profeta. Este é aquele de quem está escrito: Eis aí, envio eu ante a tua face o meu mensageiro, que há de preparar adiante de ti o teu caminho. Em verdade vos digo que, entre os nascidos de mulher, não surgiu outro maior do que João, o Batista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele. E desde os dias de João, o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado a força, e os violentos o tomam de assalto. (Mt 11:7-12)

Eu sempre penso que falamos sobre o reino porque, embora seja disponível, ele não é movimentado. João disse que o reino estava próximo e, enquanto ele dizia isso, incomodava a muitos: o império romano, o sacerdocio levítico e grupos religiosos. Veio, então, o que era maior do que João e disse: o tempo chegou!! Está disponível, acessem!!! (Mc 1.1-16)

… O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho. (Mc 1:15)

Eu não tenho dúvidas de que estamos vivendo tempo de cumprimento, um tempo como o de João para entramos neste do tempo cumprido, aonde o evangelho é pregado com mais fluidez.

…E todos se maravilharam a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Uma nova doutrina com autoridade! Pois ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem! (Mc 1:27)

Vimos no mesmo capítulo, nos versículos 31-45, sua autoridade sobre doenças e enfermidades. É isso que quero expressar quando digo sobre um evangelho fluente.

Eu não sei você, mas eu estou indo para o deserto porque já chegamos num ponto em que é hora de sermos a palavra cumprida, e voltar agora é covardia. Estou indo para ser desafiado no deserto para ver como se move o espiritual. E você, para onde está indo? Espero te encontrar.

Abraços.

A transformação em nós tem o poder de transformar o que está em volta de nós.

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog

Em Atos 1.8 Yeshua (Jesus) diz isso: “recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até as extremidades da terra.” – ao nosso redor – “Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até as extremidades da terra”- onde estivermos, mas a obra do Espírito é em nós…

Paulo aos romanos escreve… “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.1-2)

Apresente o seu corpo como vítima e altere o modo de viver. É você mesmo, separe-se. Não se deixe moldar com os costumes dessa geração, mas busque mudar a forma. Como seria isto? Com a mesma disposição que você investe em outros fins e programas, principalmente os que estão fortemente influenciando nossa geração. Sabemos como diz em Eclesiastes, que há tempo pra tudo. Sim, há tempo pra tudo. O que é tudo pra você hoje? O trabalho, o lazer, o sexo, programas de TV, futebol, dinheiro… ?

Você trabalha a maior parte do dia, então a noite é tempo de quem? Sei que são diferentes afazeres à noite para casados e solteiros, mas, você está entendendo? Tem que haver uma vítima. E Deus não quer essas coisas, Ele quer você, por que o foco não está nas coisas que se deixa de fazer, mas sim em quem você está se tornando. Quando eu abro mão de uma dessas coisas, estou me entregando para ser, tornar; sou eu que estou sendo transformado para transformar a realidade presente. Não estou conforme o padrão da geração, seus programas e valores. Não estou falando de viver como um alienado, o problema é você viver sem sal nem luz, sem ser um sacrifício vivo, que é algo constante sendo afetado pelo poder da renovação. Você pode estar recebendo a mesma influência das trevas que estão sendo liberadas justamente a essa geração, deixando de influenciar pra ser influenciado. Você vai ter que se esforçar mais do que já fez até agora.

Através de sua entrega e separação, os resultados são liberados com a renovação da sua mente. Um modo particular de pensar e julgar, logo, seus pensamentos, sentimentos, propósitos e desejos, tudo vem sendo transformado, mudando de forma e se alinhando com o propósito. Você passa a funcionar como um influenciador no seu trabalho, escola e faculdade. Você pode conversar com alguém sobre tudo que está neste tempo presente com uma visão das coisas renovadas, e você vai ter a capacidade de reconhecer o que realmente Deus deseja que seja feito por você e através de você.

O transtorno é um movimento de transformação… “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui”… (At 17.6)

Precisamos gerar crises…

“No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor;” (Rm 12.11)

O entendimento está diretamente relacionado à rendição e à entrega.

…Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.(Mt 13:15)

Coisas que deixamos de acreditar e sobre o que deixamos de ter esperança são pontos de retorno. Foi assim com Jerusalém.  Depois da morte de Yeshua, que tinha chorado sobre a cidade, Jerusalém foi o lugar recomendado para se esperar o começo. “Lembra das primeiras palavras que Ele disse”

Ele vai honrar aqueles que são loucos de esperar por Ele.

Os momentos de grandes movimentações serão marcados por momentos de angústia. Não é regra, mas é freqüente. E deve-se ter atenção. A angustia pode nos tirar, nos levar a orar o que é contrário à vontade de Deus. “Vou dizer ‘salva-me desta hora?’ De modo algum, pois foi para esta hora que eu vim.” O aumento de autoridade é gestado em momentos de angústia.

…Pai, glorifica o teu nome. Veio, então, do céu esta voz: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei. A multidão, pois, que ali estava, e que a ouvira, dizia ter havido um trovão; outros diziam: Um anjo lhe falou. Respondeu Jesus: Não veio esta voz por minha causa, mas por causa de vós. (Jo12.28-30) A oração dele foi curta, mas eficaz, pois estava alinhada à vontade de Deus.

O que determina nosso entendimento é a entrega. Isso vai ser determinante para que ouçamos o Espírito. Como perceber o Espírito? Dedicando-nos. Entregando-nos.

O mais importante não é entender tudo. O mais importante é entrar naquilo que foi entendido. Porque essa é a clareira que nos leva ao próximo entendimento. É como um terreno que ainda não foi desbravado. Mas, uma vez que tenho um espaço que já foi descoberto e ENTRO nele, eu sigo mais à frente.

O Espírito Santo

Yeshua (Jesus) o chama de o consolador literalmente significa aquele que é chamado para estar do lado, o Espírito da Verdade nos conduzirá a toda a Verdade (João 14.16; 16.12).A promessa que foi profetizado por Jeremias … diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.(Jr 31.33) E esclarecido por Paulo … E a esperança não desaponta, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.(Rm 5.5)

Ele nos ajuda a cumprir os mandamentos, e nos ajuda a orar quando não conseguimos. Esse é o serviço do Espírito Santo. Já sua atuação – João 16.8 – tem a ver com o convencimento do pecado, da justiça e do juízo. As manifestações estão relacionadas aos dons, às visões, dirá o que tiver ouvido – profecia – e as coisas que hão de vir.

A função que Yeshua(Jesus) coloca para Ele como Consolador alguém que vem caminhar com Ele ao nosso lado.

O Espírito de Deus se movia sobre a face das águas – ele estava preparando o que estava por vir, assim como está convencendo-nos do pecado, da justiça e do juízo.

O Espírito e a Noiva dizem: “Vem!”

Este objetivo vai modelando todas as ações hoje. Ele nos manterá obedientes dedicados ao Espírito. E só esta atuação do Espírito nos torna sacrifícios vivos, e não mortos. Por causa do sangue do Cordeiro, o Espírito esta aqui na terra PERMITINDO que os sacrifícios sejam vivos e não mortos para que sejam chamados de sacrifícios. Sacrifícios vivos, santos e agradáveis.

Ser batizado no Espírito vai muito além de uma ação, tem a ver com entrarmos em uma pequena brecha que nos coloca dentro de algo muito imenso.

Procure ouvir e corresponda ao que Ele está falando, mesmo que sem sentido. Porque o Espírito é o que caminha ao lado. Não estamos sós.

… Não apagueis o Espírito. (1Tss 5:19)

NO RITMO

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog

… Nem se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam. (Mt 9:17)

O que Jesus estava dizendo para os fariseus era que os métodos são relativos ao tempo – o jejum, o vinho novo com odres novos. Um dia, Ele iria embora e haveria um desejo pelo jejum, para buscá-Lo. O método não era a coisa mais importante a ser cumprida. O tempo e o propósito eram as coisas mais importantes para serem cumpridas. Se o método não serve ao propósito, eu posso deixá-lo pra lá. Eu não preciso CUMPRIR métodos e sim A VONTADE DELE. Cumprir TEMPOS.

Vinho novo (“algo fresco”) // Odre novo (“renovado, mudanças adequadas para funcionar”)

Para que não se perca uma coisa nem outra, os dois precisam se adequar. Se eu me proponho a priorizar o odre, eu perco o vinho. O odre, para receber o vinho, precisa ser novo. E vinho bom de beber é o velho, que passou algum tempo sendo conservado num odre que pôde recebê-lo. Yeshua estava falando do processo pelo que o odre tinha que passar. HÁ UM PROCESSO:

1. Mergulhado na água – imerso;

2. colocado na pedra – sobre Yeshua, o ungido;

3. batido na madeira – ensino;

4. era seco – aguardar;

“O que estou trazendo não vai caber no que vocês conceberam anteriormente. Ou vocês se entregam ao processo, ou não recebem o que estou trazendo, porque haverá uma época de beber o vinho.”

O primeiro foi trazido por João Batista, o segundo e o terceiro Ele estava fazendo, e o quarto antecedeu a vinda do Espírito Santo, o vinho fresco.

E assim era como Yeshua colocava-os sobre a rocha e batia com a madeira:

A primeira milha, vocês caminham por causa da autoridade do império romano. A segunda milha vocês caminham para mostrar que não é essa a autoridade a que estão submetidos. Existe outra autoridade em vocês.

Ofereça a outra face. Porque depois do primeiro tapa, ele terá de dar o segundo, como se corrigem os filhos.

Pedro não tinha medo de morrer, estava insistindo na ideia de convencer a Yeshua sobre as coisas dos homens, estava tentando ganhar tempo, por isso O negou. Ele não tinha medo de morrer, senão não teria enfrentado os soldados que buscaram Yeshua.

Enquanto o odre não estiver disponível para o processo, não receberá de modo algum o vinho novo.

“Mas eu já tenho muita idade, e não consigo acompanhar isso.” Proporcione alimentos para os que estão na guerra e avançam.

Um ritmo diferente

Os jovens verão visões, os velhos sonharão sonhos…

Os jovens estão na época de receber visões, mas os pais sonharam e continuam sonhando, pois as visões que eles recebem hoje são resultado dos sonhos dos pais. Ninguém pode ficar pra trás. Temos que caminhar no ritmo dos mais velhos e das crianças.

A questão é o que eles vêem; é desafiador, e precisa ser assim para se desenvolver a fé. O que acontece é que muitas das vezes tentamos trazer para eles um formato. A visão do futuro não cabe no passado e no presente as únicas coisas que são atemporais são os princípios. Nisso os mais velhos têm mais propriedade, por causa da maturidade daqueles que a desenvolveram, é claro, pois às vezes isso falta também neles. O futuro sempre provoca e vem de uma forma acelerada.

Ouvi uma vez uma palavra de um homem, que tem um serviço apostólico aqui na cidade, que percebia do Espírito uma aceleração no segundo semestre de 2010. Essa palavra mexeu muito comigo na época e vejo-a hoje, no final de 2010, sendo cumprida. O nome dele é Renan Santiago, e suas palavras foram mais ou menos assim: para cada 30 dias estariam sendo contados 10 dias, então 4 meses, que corresponderiam a 120 dias seriam contados como 40 dias. Isso foi dito em agosto. Eu percebo essa palavra presente hoje.

…Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que o que lavra segue logo ao que ceifa, e o que pisa as uvas, ao que lança a semente; os montes destilarão mosto, e todos os outeiros se derreterão. (Am 9:13)

…Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa. (Jo 4:35)

Seja batizado pela urgência.

Os sustentadores

Simeão e Ana – Lucas 2, na apresentação de Yeshua na sinagoga. Simeão aguardava a consolação de Israel. Ele foi um sustentador para o cumprimento. “Eu já vi o cumprimento, já posso morrer. Eu já vi o que estava aguardando: o consolo de Israel”. E libera uma palavra: “para manifestar o coração de Israel e o objeto de muita contradição e confusão. E uma espada atravessará seu peito”. Ana aguardava a redenção de Israel com 84 anos, presa à visão de uma virgem dando à luz um filho. “Eu vi, vamos à frente”.

CAMINHAR NO RITMO DELE !!!!