Quem Está Resistindo à Igreja? – por Francis Frangipane

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog

Freqüentemente, quando prego em conferências de oração em favor de cidades ou regiões específicas, as pessoas me pedem para desmascarar o “poder espiritual” que está se opondo ao corpo de Cristo naquela região. Já chegaram ao ponto de pedir que eu revele o “nome” do espírito ou príncipe que resiste ao crescimento e ao reavivamento das igrejas naquela área geográfica.

“Vocês realmente querem saber o nome do espírito mais poderoso que resiste à maioria dos cristãos?” eu pergunto. Aí vejo os rostos dos presentes se iluminarem com expectativa.
“É Yaveh.” (Jeová)
A audiência, que de repente parece mais uma árvore cheia de corujas, sempre fica perplexa com minha resposta. As pessoas têm certeza que não entendi a pergunta delas até eu explicar que, de acordo com as Escrituras, é o próprio Deus quem “resiste aos soberbos” (Tiago 4.6). Desta forma, se estivermos divididos nos nossos corações de outras igrejas, ou se estivermos de alguma forma nos autopromovendo na nossa atitude, estamos andando em orgulho. Conseqüentemente, o Espírito que se levanta para se opor aos nossos esforços não é demoníaco; é Deus.
Deus não tolera orgulho, especialmente o orgulho religioso. E é essa característica religiosa do orgulho – através da qual nos ufanamos dos nossos feitos, ficamos inchados com o nosso conhecimento ou julgamos as outras pessoas – que faz com que o Deus vivo se posicione contra muitos dos nossos esforços para ganhar as nossas cidades para Cristo.
O Senhor não desculpará nosso orgulho simplesmente porque cantamos três hinos aos domingos, e nos consideramos “salvos”. Deus resistiu ao orgulho de Lúcifer no céu, e se oporá ao nosso orgulho na terra. O mais triste de tudo é que o orgulho religioso foi tão misturado à nossa experiência cristã que nem mesmo conseguimos perceber que há algo de errado. Entretanto, sem dúvida é o pecado mais ofensivo manifesto na igreja.
O Senhor não quer que os perdidos sejam enxertados em igrejas onde vão assimilar o veneno do orgulho na mesma mesa onde recebem a salvação.
Quem Busca e Julga
De fato, o orgulho religioso é o pior tipo de idolatria, porque coloca o homem no lugar de Deus. Jesus disse o seguinte a respeito de si: “Eu não busco a minha glória; há quem a busque, e julgue” (João 8.50). Quantas das nossas ações traduzem exatamente o contrário da natureza de Cristo! Nossa escolha de roupas e carros, casas e vocações na vida, tão freqüentemente é baseada fundamentalmente na exaltação de si mesmo.
Prestemos atenção cuidadosa às palavras de Jesus. Toda vez que procuramos nos exaltar, entramos em confronto direto com Deus. Uma dimensão do coração do Pai é que ele procura e julga os que pelo orgulho se autopromovem. De fato, meu querido, precisamos considerar com temor santo nossa tradição ocidental de autopromoção. Ainda que seja altamente valorizada entre os homens, “perante Deus é abominação” (Lucas 16.15).
O Velho Testamento está repleto de ilustrações que demonstram a oposição de Deus ao orgulho do homem. Vez após vez, não eram os inimigos de Israel que impediam a prosperidade da nação – era o próprio Deus. O Senhor permitia que os adversários de Israel humilhassem a seu povo, impelindo-o ao desespero, à humildade, e finalmente ao arrependimento. Lá em quebrantamento e honestidade, Deus podia tratar com seus pecados e conduzi-los a um avivamento nacional.
O clamor de Deus a Israel é o mesmo para nós hoje: “Oxalá me escutasse o meu povo! Oxalá Israel andasse nos meus caminhos! Em breve eu abateria os seus inimigos, e voltaria a minha mão contra os seus adversários” (Salmos 81.13-14).

Assim é conosco. Precisamos que o poder de Deus seja liberado contra nossos inimigos. Sim, potestades terríveis das trevas têm invadido a nossa nação. O adversário anda pelas nossas ruas procurando a quem possa devorar (1 Pedro 5.8). Entretanto, a nossa esperança não está em confrontarmos o inimigo e sim em nos entregarmos totalmente a Deus. Nossa vitória sobre o inimigo está ligado diretamente à nossa entrega total a Deus.
Se verdadeiramente “aprendêssemos dele”, então nós, como Jesus, seríamos “mansos e humildes de coração” (Mateus 11.29). E Deus, que dá graça aos humildes, nos resgataria dos inimigos espirituais do nosso país (Tiago 4.6)

Sarar Nossa Terra
A promessa do Senhor é muito conhecida. Ele diz: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos meus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7.14).

Talvez alguns de nós diríamos: “Mas eu estou me humilhando e orando”. Entretanto, a nossa humildade diante de Deus não é completa, até que aprendamos a nos humilhar não somente diante de Deus mas também diante dos outros.

De fato, devido ao orgulho, ainda temos que aceitar o que o Senhor quer dizer quando diz: “Se o meu povo”. Nós ainda interpretamos “Meu povo” como sendo nosso povo – nosso círculo limitado de amigos, parentes e cristãos cuja cultura e sistema de culto são semelhantes aos nossos.
Porém, quando o Senhor pensa sobre o seu povo, ele vê um grupo muito mais abrangente. Ele vê todos na cidade “que são chamados pelo seu nome”. Aos olhos de Deus, seu povo constitui um grupo diversificado de muitas procedências denominacionais e étnicas, sendo que cada uma tem recebido dons e capacidades distintas para beneficiar todo o corpo de Cristo naquela cidade.
Nós, evangélicos, comercializamos as nossas diferenças e ao mesmo tempo sentimo-nos ameaçados pelos dons e capacidades dos outros. Aproveitando os nossos temores, Satanás não somente tem causado divisão entre nós, como também tem nos tornado orgulhosos pelo fato de estarmos separados. Achamos que separar-nos dos outros é uma virtude. E é por causa dessa ruptura dos nossos relacionamentos que as feridas da nossa sociedade ficam sem cura.

Considere o seguinte: somente um grupo de pessoas foi continuamente confrontado e resistido pelo Senhor no Novo Testamento: os fariseus. De todos os grupos religiosos no primeiro século, aquele com o qual a igreja mais se assemelha hoje não é o dos cristãos, mas o dos fariseus, cujo nome significa “os separados”.

Queremos que Deus sare a nossa terra. Mas a terra que ele pretende sarar é aquela que está debaixo dos pés dos humildes. A cura só irá fluir quando nos tornarmos “seu povo” nas nossas cidades – à medida que nos humilharmos e reconhecermos as áreas específicas onde cada um de nós tem falhado em revelar Jesus em nossos relacionamentos com os outros.
O remédio de Deus para a sociedade exige que os cristãos irreconciliados uns com os outros “se humilhem e orem”. A chave está nos nossos relacionamentos diários. Estamos sempre tão conscientes daquilo que outros fizeram para nós, mas onde temos falhado com eles? O que podemos fazer para curar a terra que existe entre nós e as pessoas que ferimos? Quando igrejas com expressões diferentes se humilham e buscam a face de Deus juntas, uma fonte de vida começa a jorrar a partir daquele novo começo.
Se Deus resiste aos soberbos, lembre-se que dá graça aos humildes. Graça é mais do que ser coberto; é ser purificado e transformado pelo poder de Deus. Graça é o poder transformador de Deus fazendo em nós o que não podemos fazer por nós mesmos.
O perdão lava a nossa cultura do entulho de ontem. É quando os nossos joelhos se dobram em humildade pedindo perdão pela nossa participação na ferida que existe entre nós e os outros, que Deus ouve do céu – e sara a terra debaixo dos nossos pés.

A doutrina de Cristo

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.”
(Atos 2:42 RA)

Cremos que o ensino a respeito do arrependimento fazia parte da doutrina de cristo e conseqüentemente dos apóstolos, pois eles repassavam os ensinos de Jesus Cristo. Isso nos é confirmado em Hebreus 6:1-2

“Por isso, pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito, não lançando, de novo, a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus, o ensino de batismos e da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno.”
(Hebreus 6:1-2 RA)

Lição 1: Arrependimento

Arrependimento, no grego, é “metanoeo”, “meta” = depois e “noeo” = pensar. Então, significa uma decisão que resulta em mudança de idéia, objetivo e ação.
Quando João Batista, Jesus e os apóstolos pregavam o arrependimento, estavam denunciando que a direção e a maneira de pensar do povo estavam fora do alvo (Atos 2:40).
O pastor Abe Huber diz: “O arrependimento não deve acontecer somente na conversão, mas deve ser algo mais profundo, contínuo e abrangente, até que a santidade do Senhor esteja em nós, em todas as áreas da nossa vida.” Arrependimento gera santidade e santidade gera frutificação.

Em Gálatas 5:1-24, encontramos a lista das obras da carne e do espírito. As obras da carne podem ser categorizadas em pecados ligados a moral (imoralidade sexual, impureza, libertinagem, embriaguez e orgia), a religião (idolatria e feitiçaria) e ao temperamento (ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja).
Sem nos esforçarmos muito, identificamos estes pecados em nós mesmos e ao nosso redor. Tomamos conhecimento de que as obras da carne são pecados no momento da nossa conversão, quando são denunciadas e entendemos que Jesus Cristo morreu por estes pecados.

Ao observarmos que a carta de Gálatas era endereçada às igrejas “e todos os irmãos meus companheiros, às igrejas da Galácia,” (Gálatas 1:2 RA) percebemos que estas obras da carne estavam acontecendo no meio delas. Paulo também aborda que é pela prática que alcançamos resultados ““… “““ “Os que tais coisas praticam ““““.” (Gálatas 5:21b RA), existindo uma luta entre a carne e o espírito” Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.” (Gálatas 5:16-17 RA). Ele nos exorta a andarmos no Espírito e a sermos guiados por Ele “Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.” (Gálata 5:25 RA).
Como andar no Espírito? O primeiro passo é fazer o contrário do que a carne deseja. A prática da nossa carne deve ser quebrada, interrompida, e isso é uma decisão pessoal, que resultará em mudança. Paulo diversas vezes nos exorta sobre essa iniciativa, como por exemplo, em Efésios 4, 17-32; 5:1-13.

“Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração, os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza… vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade. Por isso, deixando a mentira… nem deis lugar ao diabo. Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado. Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe… E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.” (Efésios 4:17-32 RA).

“… andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave. Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças. Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais participantes com eles. Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz (porque o fruto da luz consiste em toda bondade, e justiça, e verdade), provando sempre o que é agradável ao Senhor. E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as.” (Efésios 5:1-13 RA).

Lição 2: O que devo fazer?

“E eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.”
(Mateus 3:6 RA)

Confesse!
Confessar é verbalizar a decisão de mudança, que acompanha a prática do arrependimento. (1 João 1:9; Salmo 51; Provérbios 28:13).

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9 RA).

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28:13 RA).

Quando não confessamos, na maioria das vezes temos medo de sermos cobrados ao tornar pública nossa fraqueza. Porém, ao ocultamos nossos pecados, carregamos um peso que nos tira as forças para a caminhada com Deus.

Encare o seu pecado e tire a legalidade de sua vida.

Mas, o que é legalidade? É uma situação que permite a influência dos espíritos malignos.

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.” (Efésios 2:1-3 RA).

Para exemplificar, pegue um pedaço de carne e coloque em um canto da sala. Passando alguns dias, estará repleta de insetos e cheirando mal. Você espanta as moscas, joga inseticida… Mais algumas horas ela estará novamente com insetos e cheirando pior ainda!
O que torna legal a presença das moscas e o mau cheiro é a carne. A carne é o pecado, os insetos são espíritos dominadores que nos induzem ao pecado, e o mal cheiro a conseqüência da situação não resolvida.
Para resolver, só há uma opção: jogar a carne fora! E fazemos isto através da confissão, que rompe a legalidade “Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos, procurando repouso; e, não o achando, diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, tendo voltado, a encontra varrida e ornamentada. Então, vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem se torna pior do que o primeiro.” (Lucas 11:24-26 RA).

Às vezes, passamos por enfermidades físicas e emocionais por falta de confissão a fim de recebermos o perdão “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tiago 5:16 RA). Há um poder tremendo nisso!
Somente através do sacrifício de Jesus, recebemos perdão e cura.
Ore e peça ao Espírito Santo que te guie à Verdade.

Há uma expectativa dos céus em relação à terra

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog

Gostaria de expor uma perspectiva que tenho sido levado, pelo Espírito, a crer para esse tempo. Quero esclarecer também que quando o Senhor nos permite a perceber essas coisas temos que aguardar direções do Espírito sobre o que e como fazer em relação a essas percepções… “Enquanto você obedecer às ordens dele, nenhum mal lhe acontecerá. A pessoa que tem sabedoria sabe como e quando agir. Existe um tempo certo e um modo certo de fazer cada coisa…” (Eclesiastes 8:5-6 NTLH)

Há uma expectativa dos céus em relação à terra , a algumas portas estão sendo apresentada a igreja hoje para corresponder uma chamada “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.” (Apocalipse 3:20 RC).

Chaves têm sido liberadas sobre a nossa geração, chave de Davi e a chave da ciência. Creio que essas duas chaves têm sido liberadas justamente para abrirmos as portas que tem sido colocada diante de nós, para que sejamos aqueles que apenas liberam essa nova entrada de uma torrente celestial, essas chaves tem sido dadas a igreja do futuro, você pode pensar: “que viagem!”… Quero esclarecer quando falo de futuro não estou apontando somente para questão cronológica dos dias e sim para uma pessoa o Cristo que é o autor e consumador estou falando disso, da consumação.

AS CHAVES

Chave de Davi

Creio que essa chave tem haver com duas coisas adoração e reino. Entendendo o nosso princípio nos vamos entender o princípio de todas as coisas, o entendimento de por que adoramos? E para que adoramos? Vai tornarmos participantes ativo dentro do Reino de Deus. O reino de Deus conforme diz as escrituras é formado de uma classe de pessoas, sacerdotes, um reino de sacerdotes, um povo entre as nações para restabelecer o propósito eterno de Deus na terra.

“e da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!” (Apocalipse 1:5-6 RC)

“E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno é de tomar o livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação; e para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.” (Apocalipse 5:9-10 RC)

“E, chegando-vos para ele, a pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo… eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido. E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina; e uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados. Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;” (1 Pedro 2:4-9 RC)
* ¹. Sei que há alguns que acreditam que isso se divide em dois reis e sacerdotes que o sacerdócio esta ligado a nos como gentil e o reinado a Israel, não descarto.

Como sacerdote se compreende a questão da intercessão e a santidade pessoal e coletiva (arrependimento e perdão de pecados – cura e libertação). Creio que praticando isso vai nos conduzir sensivelmente para desempenhar efetivamente o papel de voz de Deus na terra, profetizar. E para profetizar precisamos conhecer princípios desse reino para nos movermos dentro da autoridade conferida por Cristo, para desempenharmos a chamada “grande comissão”, estabelecendo estes princípios na terra correspondendo assim à missão apostólica da igreja.

Chave da ciência

Essas chaves que tem sido liberada para homens o qual Cristo os estabeleceu como apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres para justamente levar o sacerdócio santo à compreensão do mesmo, como oficiar, trazendo entendimento e revelações do reino (Lc 11.52). Veja bem o contexto de Lucas 11.46-54, no versículo 49: Por isso, Deus disse em sua sabedoria: ‘Eu lhes mandarei profetas e apóstolos, dos quais eles matarão alguns, e a outros perseguirão’. Ele diz: “Ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!”

“Vocês mesmos não entraram e impediram”… Como os doutores da lei impediram e também não entraram? Matando e perseguindo os apóstolos e profetas. Os apóstolos e profetas juntos com os outros ofícios têm a chave (ou será que esses ofícios não são a chave da ciência?). O texto diz que eles “tiraram” essa palavra no grego tem como significado “afastar de alguém o que é dele ou que está confiado a ele, levar pela força, tirar de entre os vivos, seja pela morte natural ou pela violência”. Eu acho que é valido para pra pensar nisso, pois foi uma das coisas que nos foi tirada no concilio de Nicéia, por Constantino.

Sendo eles a chave ou não o que importa é que o Espírito tem liberado a chave da Ciência neste tempo para abrir portas que Deus tem colocado diante de nós neste tempo, para vivermos como filhos “até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo,” (Efésios 4:13 RC) “ Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.” (Romanos 8:19-22 RC)

Quero deixar bem claro que estou expondo uma parte e não colocando como uma palavra final entendo que todos nos recebermos partes, se de repente eu não mencionei algo que você acha crucial isso não quer dizer que eu estou discordando ou colocando a acima, essa é a parte que você recebeu vamos juntos “até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo,” (Efésios 4:13 RC) “ do qual todo o corpo, bem ajustado e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.” (Efésios 4:16 RC)

Em cristo
Fabio f.Souza

A função do ministério profético nos dias de hoje. parte 1

Postado por Fabio souza     Categoria: Blog

Precisamos estar sensíveis para entender a utilidade do ministério profético em nossos dias. Quero ousar em dizer que “Deus está formando o ministério profético necessário para esses dias”. Eu creio nisso. Analisando o ministério de cada profeta nas escrituras, podemos perceber que a sua mensagem estava contida na necessidade do povo e naquilo que o seu povo não estava cumprindo como nação sacerdotal na terra. Desvios, desobediência e injustiças conduziam o povo ao cativeiro espiritual e físico. Naquele tempo, o profeta era levantado para proclamar a obediência do seu povo à aliança e redirecionar as nações, segundo o propósito estabelecido por Deus. O profeta era um porta-voz.
Observando a declaração de Jesus que se encontra em Mateus 11.12: “Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele”, outra versão diz: “se faz violência ao Reino dos céus” (RC) e outra diz: “Desde os dias em que João anunciava a sua mensagem, até hoje, o Reino do Céu tem sido atacado com violência, e as pessoas violentas tentam conquistá-lo”. Podemos ver uma lógica do raciocínio iniciado. Jesus estava falando que João está trazendo uma mensagem de acordo com a necessidade daquela geração, uma geração néscia. “Nós tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações, e não pranteastes. Pois veio João, que não comia nem bebia, e dizem: Tem demônio! Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras”. O propósito da mensagem de João era preparar um caminho para manifestação do reino dos céus e de Deus. O arrependimento chamava o povo a uma mudança de postura e de pensamento, e parece que aquela geração não tinha correspondido. O impacto da mensagem de arrependimento que João trazia ia movendo os céus. Há necessidade de mudança da maneira de pensar e de conduzir as coisas que estavam contrárias aquilo que estava pra chegar ,como Jesus declarou : “O tempo está cumprido, e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho”. Nos dias de João, o batista, se iniciou a luta espiritual, contra espíritos que operam nas regiões celestiais. Uma mudança de domínio estava ocorrendo.
“Porque todos os Profetas e a Lei profetizaram até João” ele fazia parte da inauguração da era messiânica e nós fazemos parte do cumprimento, do estabelecimento do reino do messias aqui na terra. Por isso vejo o papel do ministério profético hoje similar (mas da mesma natureza) com de João e não igual (a mesma aparência, estrutura ou proporção) por que Jesus disse: “Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João Batista; mas aquele que é o menor no Reino dos céus é maior do que ele”. Ser o cumprimento da profecia e maior do que a profecia.